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Em nosso primeiro artigo falamos um pouco sobre os principais ritmos ensinados nos cursos de dança de salão. São eles o bolero, samba, forró e soltinho. A matéria não tem objetivo de narrar a origem e história dos ritmos e sim dar uma visão prática e descritiva de cada um. Bolero: O bolero é dançado em músicas de bolero tradicionais da década de 50, como por exemplo La barca, La puerta e também em baladas românticas atuais. Resumindo, é dançado em músicas românticas, onde poderíamos dançar uma música lenta. No bolero, os dançarinos desenvolvem principalmente a elegância e o equilíbrio. Samba: A forma de samba mais ensinada atualmente é o samba de gafieira, estilo originado no Rio de Janeiro, onde os movimentos são bem soltos e malandros. Assim como no bolero, são usadas músicas tradicionais e atuais, sendo incluídas também o chorinho e a bossa nova. No samba os novos dançarinos desenvolverão agilidade, soltura e malandragem. Forró: O forró ensinado atualmente é chamado de forró universitário; é uma dança composta, ou seja, dançada na posição fechada e aberta (passos de giro e variações). O estilo tem esse nome, pois foi amplamente difundido entre universitários da Usp em festas e bailes. Atualmente, em todo o Brasil, por mais que haja diferença no modo de dançar, tem sido ensinado este estilo. No forró, os novos dançarinos desenvolverão soltura, ritmo e sensualidade. Soltinho: Soltinho é o nome dado aqui no Brasil para o estilo que dançamos o rock e o swing, podendo ser dançado em músicas da década e 30 em diante e até rocks atuais. Hoje o soltinho tem muita influência do swing americano, jive e lindy hop. O nome soltinho é dado por dançarmos em posição aberta, ou seja, sem a pegada de abraço, dando o visual de uma dança onde o casal está mais solto. No soltinho, os novos dançarinos desenvolverão, principalmente velocidade, agilidade e condução na posição aberta. Bom pessoal, hoje ficamos por aqui, aproveitem muito as sensações causadas por cada um desses ritmos pois cada um nos presenteia com sensações e emoções diferentes e desenvolve capacidades motoras nos tornando dançarinos mais completos. Um abraço, Breno Vieira
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